COULD YOU LIVE WITHOUT UNPROCESSED FOOD?



In the tradition of Michael Pollan’s bestselling In Defense of Food comes this remarkable chronicle, from a founding editor of Edible Baja Arizona, of a young woman’s year-long journey of eating only whole, unprocessed foods—intertwined with a journalistic exploration of what “unprocessed” really means, why it matters, and how to afford it.


In January of 2012, Megan Kimble was a twenty-six-year-old living in a small apartment without even a garden plot to her name. But she cared about where food came from, how it was made, and what it did to her body: so she decided to go an entire year without eating processed foods. Unprocessed is the narrative of Megan’s extraordinary year, in which she milled wheat, extracted salt from the sea, milked a goat, slaughtered a sheep, and more—all while earning an income that fell well below the federal poverty line.

What makes a food processed? As Megan would soon realize, the answer to that question went far beyond cutting out snacks and sodas, and became a fascinating journey through America’s food system, past and present. She learned how wheat became white; how fresh produce was globalized and animals industrialized. But she also discovered that in daily life, as she attempted to balance her project with a normal social life—which included dating—the question of what made a food processed was inextricably tied to gender and economy, politics and money, work and play.

Backed by extensive research and wide-ranging interviews—and including tips on how to ditch processed food and transition to a real-food lifestyle—Unprocessed offers provocative insights not only on the process of food, but also the processes that shape our habits, communities, and day-to-day lives.
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Megan Kimble decidiu que ia ficar um ano sem comer alimentos processados. E conseguiu. Esta mulher escreveu um livro chamado ‘Unprocessed: My City-Dwelling Year of Reclaiming Rwal Food’, onde conta a sua história e explica as diferenças que sentiu após um ano sem ingerir alimentos compostos por produtos artificiais.


“Estive algum tempo a ler artigos sobre o impacto ambiental provocado pela produção dos nossos alimentos (…) e outros livros sobre o facto de os produtos naturais serem melhores para nós”, disse Megan Kimble ao site Huffington Post. Depois de ponderar durante algum tempo, esta mulher norte-americana decidiu ficar um ano sem ingerir alimentos modificados pelo homem e consumir apenas produtos naturais.

“O mais difícil era quando saía para jantar fora (…) A comida é, desde sempre, um elo de ligação entre os seres humanos. É muito difícil encontrar-me com amigos e estarem todos a comer pizza”, confessou Megan. “Eu bebia cerveja e álcool, mas tentava apenas consumir bebidas artesanais”, explicou.

O caminho não foi sempre fácil, mas alguns deslizes: Megan estava solteira quando começou o desafio e quando começou a sair com uma pessoa, esta chegava o restaurante e pedia o prato para os dois, algo que deixou acontecer mas que rapidamente se arrependeu. No geral, foi um ano praticamente ‘natural’, com poucos ‘erros’. De tal maneira que, quando chegaram ao fim os 365 dias sem comida processada, a primeira coisa que Megan comeu foi um cachorro quente com uma Coca-Cola. “A Coca-Cola sabia mal, estava há um ano sem consumir refrigerantes e senti que aquilo sabia a químicos”, disse ao Huffington Post.

Uma vida mais saudável

Megan faz um balanço muito positivo deste ano ‘natural’: “Costumava comer muitos snacks, bolachas de pacote, batatas fritas e alimentos do género. Agora esses produtos já não me fazem sentir bem e não me sinto cheia”, afirma “Quando só comia produtos naturais sentia-me cheia. Fiz várias dietas ‘iô-iô’ e deixei-me disso – comia quando tinha fome e deixava de comer quando já não tinha. Sentia-me saciada, andava a comer alimentos mais ricos e não ganhava nem perdia peso. Sentia-me equilibrada”, acrescentou.

Um dos hábitos que ganhou foi ler os rótulos dos alimentos. “Fiquei chocada ao ver que havia muitos alimentos que possuíam produtos químicos completamente desnecessários. Há açúcar em tudo. Assim que começamos a ler os rótulos para ficarmos mais informados, não conseguimos parar”, explica Megan.

Esta norte-americana confessa que a sua dieta já não é 100% à base de produtos naturais. “Deve andar à volta dos 90%. Posso fazer uma ou duas refeições por semana com os meus amigos em que não penso no assunto”, confessou ao Huffington Post.

Fonte: http://www.sol.pt/noticia/399835

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