As coisas estranhas que encontramos nos alimentos

Ao longo dos anos tenho vindo a abolir alguns produtos da minha alimentação diária pela carga de substâncias químicas que contêm. Não quer dizer que não os consuma de vez em quando, mas em casa evito-os. Estas substâncias, apesar de serem seguras em quantidades minimas, vão-se acumulando no nosso organismo através do consumo diário e, a longo prazo, podem ser factores de origem de algumas doenças. É verdade também que, apesar de ainda não fazer uma alimentação completamente biológica, na qual estas substâncias não estão presentes, há produtos com os quais tenho especial cuidado (ex: ovos) por terem uma carga química muito elevada. Vejamos então que substâncias são estas:

Adoçantes artificiais

Os adoçantes artificiais são substâncias que, apesar de conferirem um sabor doce aos alimentos, não contribuem para a contagem calórica. Substâncias como Ace-K, aspartame, ciclamato, sacarina e sucralose têm um poder adoçante 200 a 600 vezes superior ao do açúcar o que faz deles não só economicamente mais rentáveis como uma vantagem comercial devido à ausência de calorias. 

O problema destas substâncias é que o organismo, ao reconhecer o sabor doce, tende a produzir hormonas que encorajam a consumir mais pois sabem que daí advém energia. Se estamos a consumir alimentos doces pobres em calorias, estamos a produzir essa mensagem o que nos leva a consumir mais alimentos por impulso. 

Além disso, muitas destas substâncias estão ligadas a atividade carcinogénica no organismo, e afetam a produção de insulina e os níveis de açúcar no sangue. 


Organismos geneticamente modificados

Substâncias proibidas nos produtos biológicos, estes são basicamente sementes que foram "melhoradas" em laboratório para se tornarem resistentes a pragas e infeções. O problema destes é que ainda não se conseguiram estudar com precisão os efeitos secundários do seu consumo a longo prazo. Alguns estudos têm associado o consumo regular de OGM a problemas de infertilidade, desequilíbrios hormonais, problemas de pele, diabetes, problemas de pele e até mesmo cancro.

Corantes feitos de petróleo

Alguns dos corantes mais usados na indústria alimentar foram associados ao aumento da incidência de cancro nas crianças, reações alergicas, hiperatividade, problemas de aprendizagem, irritabilidade e comportamento agressivos em crianças pequenas. Isto porque a maior parte destes corantes são usados em produtos especialmente produzidos para crianças como gomas, bolos, snacks, etc...


Aromatizantes artificiais

Na maior parte dos casos os aromatizantes artificiais são um cocktail de substâncias associadas ao elevado risco de cancro, náuseas, hipertensão arterial e depressão. 

Conservantes artificiais

Alguns dos conservantes mais comuns são os parabenos, os BHA, e os BHT que, não só alteram a evolução natural dos alimentos como a nossa evolução natural. Muitos deles interferem com a produção endocrina provocando desequilíbrios hormonais que podem ser especialmente preocupantes para crianças e adolescentes. Alguns tipos de tumores foram também associados com o consumo regular destes produtos. 



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