Alimentação Saudável

Salmão com molho de soja e gengibre Lombo de salmão com puré de batata doce e pistáchio Salmão recheado no forno Rolo de salmão com lima e gengibre Salmão no forno com molho de laranja e húmus Quiche de salmão e pimentos Rolinhos de primavera Poke de salmão Bagel de salmão proteíco Rolo de espinafres com queijo creme e salmão fumado Empada de salmão e espinafres Tártaro de salmão e guacamole Couscous com salmão fumado Salmão com legumes no forno Salmão com legumes e aromáticos Salmão grelhado com legumes e molho de alho e iogurte Salada de salmão e abacate Salmão com amêndoas Lasanha de courgete e salmão Wrap de salmão fumado Esparregado de kale com salmão Salmão com cuscuz e

Neste episódio tenho como convidada a Débora, nutricionista que acompanha a marca Iswari, uma marca, a meu ver, de referência no que toca a Superalimentos e, por isso, nos vem falar o que são Superalimentos, quais são estes alimentos, quais os seus benefícios e como introduzi-los na alimentação. Começamos por falar um pouco da Iswari, de como surgiu esta ideia e do seu crescimento ao longo dos anos. Esta é uma marca biológica e glúten-free, que tem como filosofia criar uma sintonia entre a saúde/bem-estar com a natureza, pois é de lá que retiramos tudo o que necessitamos.             Um superalimento é um alimento

Criar um diário alimentar onde escrevemos tudo do que comemos, pode parecer algo estranho, mas é extremamente útil! Quando registamos os alimentos que ingerimos, as horas a que o fizemos, quantas refeições diárias, tornamos mais consciente a nossa forma de nos alimentarmos e esta é uma oportunidade de reflexão e correção de erros.  Fazer registo semanal torna-se mais eficiente, o ideal é até que sejam várias semanas, de forma a que englobem os dias em que há exceções (fins de semana e feriados), em que pode haver desvios à rotina, com alguns abusos alimentares.  Esta pode ser uma ferramenta interessante, não só

Neste episódio irei comparar dois padrões alimentares, a dieta paleo comparada à plant based, que são por norma considerados um pouco extremistas, e desmistificar alguns conceitos dos mesmos.              Uma dieta paleo ou paleolítica é caracterizada pelo consumo de alimentos que eram consumidos na época paleolítica, ou seja, à base de frutas e legumes, carne, peixe e algumas sementes e frutos secos, limitando a ingestão de lacticínios, cereais, leguminosas e alimentos processados. Olhando de uma perspetiva geral, parece um conceito equilibrado e adequado, contudo, devemos ter em atenção que são retirados três grupos de alimentos, sendo dois deles bastante importantes para a

A minha convida neste episódio é mãe de três filhos, muito prática e, exatamente por isso, vem falar-nos de como organiza as refeições em casa, como é a dinâmica familiar entre fazer refeições para três crianças com gostos e experiências diferentes e como as educa a terem respeito pela sua saúde e alimentação. É verdade que cada família é uma família e tem a sua organização, mas o meu objetivo é que através deste episódio sintam alguma inspiração e vejam um outro lado daquilo que é a gestão familiar. Conta-nos do seu percurso e de como surgiram as suas redes sociais

São imensas as pessoas que quando começam a ter problemas digestivos, pensam logo que pode ser devido a intolerâncias à lactose ou ao glúten, mas a verdade é que grande parte apenas tem sensibilidade a certos alimentos. Por esse motivo, neste episódio venho falar-vos do glúten e da lactose, o que são, onde se encontram e desmistificar alguns conceitos associados a estes.              O glúten tem origem de duas proteínas insolúveis, a gliadina e a glutenina, presentes nas sementes de alguns cereais como trigo, cevada, centeio e aveia, estando por isso presente em diversos alimentos. A intolerância ao glúten origina a doença

A dieta cetogénica é uma dieta em que a distribuição dos macronutrientes é feita de forma a que a quantidade de gordura consumida seja alta, a de proteína moderada e a de hidratos de carbono muito baixa. Este conceito surgiu primordialmente no início do século XX, como uma derivação do jejum prolongado para o tratamento da epilepsia, onde um estudo chegou à conclusão de que as convulsões destes doentes eram menos críticas quando seguiam este regime alimentar (1).  Quando a alimentação não suprime o teor de hidratos de carbono, o corpo converte-os em glucose – a principal fonte de energia do cérebro.

As queixas relacionadas com má digestão, também chamada de dispepsia são muito comuns e podem ser de causa orgânica, ou seja, são causadas por outras doenças do tubo digestivo, ou de causa funcional, em que não existe qualquer outra doença associada. Independentemente da causa, os hábitos alimentares e o estilo de vida têm sempre um grande impacto na digestão e apesar de não existir um tratamento definitivo para quem sofre de indigestão, esta pode ser evitada.  Hábitos associados a problemas de digestão: - Comer e beber muito depressa e/ou em quantidades excessivas;  - Ingerir frequentemente alimentos muito condimentados (ex: picantes), ou ricos em

O período do fim da tarde é aquele em que por vezes sentimos mais fome e onde é mais difícil resistir às tentações. Existem alguns truques simples que podemos colocar em prática de modo a ter menos fome no final da tarde e a controlar melhor aquilo que comemos.  1. Lanchar: o período entre o almoço e o jantar é muito longo e por vezes ficamos muitas horas sem comer, fazer sempre pelo menos um lanche a meio da tarde vai ajudar a manter a saciedade e a controlar a fome para evitar comer grandes quantidades de alimentos ao jantar. 2. Fazer refeições

ENTRETANTO NA NiT