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A Organização Mundial da Saúde (OMS) define os “açúcares simples” como os mono e dissacáridos os açúcares naturalmente presentes no mel, xaropes, sumos de fruta e concentrados de sumo de frutas e os açúcares adicionados aos alimentos e às bebidas pela indústria alimentar, manipuladores de alimentos ou pelos consumidores.1Segundo a European Food Safety os “açúcares adicionados” são a glicose, frutose, sacarose, amidos hidrolisados (xaropes de glucose e frutose) e outras preparações isoladas de açúcar, também adicionados pela indústria, manipuladores ou consumidores.2 O consumo excessivo de açúcar tem vindo a ser associado a: - excesso de tecido adiposo3,4 - aumento do peso5 - aumento do risco de doenças crónicas não transmissíveis(Obesidade,

Uma das estratégias nutricionais usadas num processo de emagrecimento é a redução da ingestão de hidratos de carbono, sejam eles de rápida absorção, como os açúcares, ou hidratos de carbono complexos, como as farinhas provenientes dos cereais. As farinhas estão presentes em diversos produtos alimentares e receitas. É utilizada na confeção de pão, bolos, bolachas e, inclusive, em papas. Para substituir as farinhas provenientes de cereais, como a farinha de trigo, centeio, milho e até aveia, muitas pessoas utilizam farinhas provenientes de coco, de frutos oleaginosos (amêndoa, avelã, entre outros), de sementes ou de pseudo-cereais (quinoa, trigo sarraceno, entre outros). Mas

O ovo é um alimento bastante nutritivo, rico em vitamina A, proteína e antioxidantes como os carotenoides e o selénio. Mas, além de distinguirmos os ovos pelo tamanho, estes têm também um carimbo em vez de rótulo. Sabe como interpretar? Este carimbo permite identificar qual a data de validade do ovo e reconhecer o modo como as galinhas foram criadas e qual a origem da produção do ovo. A primeira coisa que deve observar quando vai adquirir o ovo é a sua data de validade. De seguida, os restantes números e letras devem ser interpretados da seguinte forma: Criação (representada pelos números iniciais

Numa alimentação saudável, o pão não tem de ser um alimento proibido, mas é preciso saber escolher e ler bem o rótulo. Um pão saudável é constituído apenas por farinha, água, fermento e sal.1Além destes ingredientes ao pão também pode ser adicionado determinados aditivos ou auxiliares tecnológicos.1 A quantidade adequada de ingestão de pão, assim como para todos os alimentos, depende das necessidades energéticas diárias de cada pessoa e do seu objetivo ponderal, ou seja, se quer manter, perder ou ganhar peso. Além da quantidade de pão, a escolha do tipo de pão é algo que pode fazer diferença nos seus hábitos

A presença de bactérias e leveduras no nosso intestino é de extrema importância, uma vez que estas vão auxiliar na digestão, são capazes de produzir vitaminas das quais necessitamos, decompor fármacos e toxinas e ainda mediar o sistema imunitário. Ao conjunto de microrganismos que coexistem no nosso intestino podemos dar o nome de microbiota. A grande maioria destes microrganismos que lá habitam não são patogénicos (sendo alguns até benéficos). Porém, quando há uma desregulação do seu ambiente podem proliferar e ter efeitos nocivos para a nossa saúde. Estas desregulações são designadas por disbioses. Por disbiose entende-se, um desequilíbrio da comunidade microbiana presente

É notável a crescente atenção que a vitamina D tem tido nos últimos tempos na nossa população. Por essa razão, hoje dedicamos o quizz à vitamina D. Para absorvermos vitamina D é necessário a ingestão de gordura?SimNão A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, necessita da presença de gordura para que seja absorvida no nosso organismo.1 A vitamina D é importante para o nosso sistema imunitário?SimNão A vitamina D é importante para o nosso organismo pois regula o nosso sistema imunitário, o crescimento celular e neuromuscular. A vitamina D reduz a inflamação no nosso organismo?SimNão Além de regular o nosso sistema imunitário, a vitamina

A elevada ingestão de sal, de acordo com Global Burden of Disease Study, é uma das maiores causas de mortalidade e risco para incapacidade, sendo que em 2017, mais de metade das mortes foram relacionadas com este hábito alimentar.1 Segundo a Organização Mundial da Saúde recomenda um consumo máximo de 5g de sal por dia (2g de sódio), por forma a evitar hipertensão, doenças cardiovasculares e  AVC.2Os portugueses consomem diariamente mais 3g de sal que o recomendado, sendo que muitas mortes poderiam ser evitadas se a ingestão de sal fosse reduzida.3 O semáforo disponibilizado pela a DGS, utilizado anteriormente nos últimos artigos de rotulagem

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