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            Neste episódio irei abordar a saúde mental, não de uma perspetiva emocional, mas ligada à alimentação e estilo de vida. Em Portugal, a prevalência anual de perturbações mentais é de 22,9%. Simultaneamente, somos o maior consumidor europeu de benzodiazepinas e dos países europeus com valores mais relevantes de toma de antidepressivos e de bebidas alcoólicas.             A promoção da saúde mental está presente desde o início da nossa vida, estando associada a vários fatores como a alimentação. Estudos têm mostrado a relação da alimentação com a capacidade de memória, concentração, saúde mental e por isso devemos dar mais atenção aos alimentos que

Cada vez vivemos mais anos, pelo que a população idosa aumenta cada vez mais e, consequentemente, a prevalência do comprometimento cognitivo está a aumentar no mundo inteiro. De modo a contrariar esta tendência, existe um interesse crescente nos fatores de risco modificáveis, como a adesão a padrões alimentares saudáveis. A procura de alimentos e nutrientes capazes de melhorar esta condição levou à investigação dos ácidos gordos polinsaturados n-3 de cadeia longa, também conhecidos por ómega 3 [docosahexaenóico (DHA), ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido alfa-linolénico (ALA)]. Contudo, o ómega 3 é um ácido gordo essencial, ou seja, não é produzido pelo nosso

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