fome emocional Tag

O stress pode ter efeitos negativos na nossa saúde. Pequenos eventos diários, como estar atrasado para uma consulta, perder um autocarro ou ter discussões com colegas ou familiares, são experiências irritantes, frustrantes e stressantes que estão inseridas no nosso dia-a-dia (1).  Esses pequenos eventos diários stressantes que ocorrem de forma rotineira e prolongada podem trazer efeitos negativos ao nosso organismo, como por exemplo, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, subida da pressão arterial, conduzir a comportamentos como fumar e beber álcool em excesso, distúrbios intestinais, baixa imunidade, problemas de pele, insónias, ansiedade, diminuição de energia, bem como aumentar risco de depressão e até mesmo levar

Será que a Histamina pode ajudar no tratamento da depressão? A depressão encontra-se associada a alterações químicas e inflamatórias a nível cerebral que podem contribuir para esta patologia(Hersey, 2020).  O diagnóstico de depressão baseia-se na persistência sintomatológica, a nível cognitivo, afetivo e comportamental, em que se encontra presente a sensação de anedonia, ou seja, perda de satisfação/ interesse/motivação/prazer em atividades que no passado não acontecia. É sempre recomendado que este diagnóstico seja realizado por um profissional de saúde, neste caso, um psicólogo ou psiquiatra (Hersey, Hashemi & Reagan, 2021). Ao estudar o sistema das hormonas serotonina e histamina torna-se mais fácil definir a

Neste episódio vou focar nas preocupações das mulheres e nas dúvidas que lhes surgem, tais como: cessação da pilula, regulação do ciclo menstrual, fertilidade, fome emocional, menopausa, que são presenças constantes nas minhas consultas.              Na maior parte dos países, há alguma disparidade de resultados entre a esperança média de vida, dentro dos 2 géneros, sendo que as mulheres têm sempre esperança média de vida maior do que os homens. A grande questão é, sobretudo, se estes anos extra de vida, que as mulheres têm, se são passados com saúde e com boa qualidade ou não. É muito importante termos uma noção

A minha convidada deste podcast enquadra-se nos conceitos de mindful-eating, intuitive-eating, ter mais consciência e presença na nossa alimentação, aprender a ouvir o corpo e as nossas necessidades, abafar os sentimentos da fome emocional e de compulsão alimentar, tomar controlo face à nossa alimentação sem nos repreendermos.              A Cláudia tem um podcast que se chama “Oficina” e um projeto que é o “Holistica”, onde procura olhar para o estilo de vida como um todo. Para além disso, é health coach, portanto o seu trabalho é focado na alimentação, meditação e exercício físico. Antes de ter esta mentalidade de alimentação intuitiva, no

Neste episódio falo-vos das principais razões que nos fazem desviar do processo de perda de peso e o que faz não atingir os nossos objetivos e desmistifico alguns conceitos relacionados com a perda de peso.             Durante este processo, é necessário conseguir manter-se fiel ao plano e saber ultrapassar alguns desafios do dia a dia, são estes: os fins de semana e dias de festa, sendo essencial ter consistência e disciplina nas refeições livres e fazer apenas uma por semana; a quantidade exagerada de hidratos de carbono (pão, papas de aveia, panquecas) e, por isso, aconselho a pesar para ter noção das

            Durante os períodos de isolamento, vários são os pacientes que nos chegam com descontrolos da alimentação normal como dificuldades em controlar a alimentação, que cozinham mais e acabam por comer mais ou, que sofrem de alguma compulsão alimentar. Por estes motivos, neste episódio tenho como convidada a Alexandra Barros, psicóloga, psicoterapeuta, neuropsicóloga, amante de culinária e autora da página “Dona Quinoa”, que nos vem falar de como perceber se temos fome emocional ou se sofremos de alguma compulsão alimentar, como devemos proceder nestas situações, como detetar quais são os nossos sintomas ou os “gatilhos” para estes comportamentos e definir estratégias

Todos nós somos um bocadinho emocionais com a comida. Eu, confesso, sou muito emocional neste sentido. Se estiver preocupada ou mais em baixo perco o apetite por completo, se estiver muito calor há muitos alimentos que não me apetecem comer, se estiver stressada quase tudo me cai mal, se viajar fico com imensa vontade de comer alimentos gordos ou cheios de açúcar. Mas há um pormenor interessante que eu já reparei em mim e em muitas pessoas que vêm as minhas consultas, quando estamos felizes e de bem com a vida (ainda que seja só num dia) comemos de forma